sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Inseto


Simplesmente adorei os trabalhos criados pela agência de publicidade belga Air. São incríveis e imersivos ao extremo.

A proposta basicamente é dar um novo ar à leitura, com a mensagem "Faça seu próprio filme: leia um livro". Para pôr a ideia em prática e materializar as palavras em modelos de produções cinematográficas de vários tipos, eles usaram o clássico de Kafka, A Metamorfose:

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Filme mudo. Na minha opinião, esta foi a melhor imagem. Incrível a profundidade que ela transmite!

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Filme estilo Las Vegas.

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Animê/Manga

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Moldado no cinema de Bollywood.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Korine


Trash Humpers vem aí. É o novo filme do Harmony Korine, eu ainda não sei do que se trata, e também não sei se saberei depois de assistir.

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Só sei que depois de ver esse trailer e escutar esses grunhidos escrotos, estou morrendo de vontade de conferir.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Duas?


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Havia escutado Tegan and Sara, achado legal e jogado na gaveta. Só isso. Eu só conhecia o som. Aí vi o clipe na TV, gostei, principalmente da garota que aparecia como duas com aquele topete caprichado. Mas não era efeito do clipe. Para minha surpresa, são duas garotas mesmo, irmãs gêmeas idênticas e bonitinhas que só elas.

Eis o clipe que me enganou:





quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Teresinha


Teresinha tinha um seio maior do que o outro. O esquerdo era maior do que o direito, e isto ela atribuía a um milagre dos céus. O coração era crescido pelo amor a Jesus. O peito era empurrado para a frente, grudado pelo suor com a cruz de madeira que carregava no pescoço.

Seus cabelos não tinham uma cor bem definida. Não se encaixavam em paleta alguma. Era aquela tonalidade que não sobrevive na mente dos outros, que parece tão apagada quanto inexistente. Não sei se pardos, se grisalhos, se castanhos, se ruivos, se loiros. Os cabelos de Teresinha faziam crer que somos todos daltônicos.

Morava só. Tão só que parecia viver em quarentena, tão só que suas flores pareciam de plástico. Não tinha TV, nem computador, somente um aparelho de som quebrado que não tocava CDs. Talvez seu lugar preferido da casa fosse a sala, lá havia um armário antigo e uma poltrona verde desbotada, acolchoada ao extremo. Sentava na poltrona por horas, até não mais sentir sua bunda inexistente. Ficava lendo à meia-luz sua leitura obrigatória regozijante, a bíblia. Sofria de hipermetropia; sete graus em cada olho. Parecia milagre dos céus também, pois aqueles olhos danificados eram o registro do quanto sua visão foi destinada ao Senhor e seus ensinamentos.

Não tinha filhos, não teve namorado, nunca transou nem se masturbou. Era tão intacta que que nem seus pelos pubianos foram mexidos. Estavam todos lá fazendo um grande volume, um chumaço impressionante. Seu único homem era Jesus, o único capaz de possuí-la por inteiro sem rompimento de hímen. Amém.

Saía de manhãzinha para aproveitar o sol, escutar o canto dos passarinhos e comprar pão. Levava um saco de pães quentinhos para casa e distribuía alguns pelo caminho entre os mendigos que surgiam. Quando chegava, era o mesmo ritual de sempre: faca, manteiga, pão, café. E vinha a azia de sempre também, lhe queimando como se tivesse satã nas entranhas espetando tudo com o seu tridente.

Em apenas um momento de sua vida Teresinha pretendia ficar bonita, era quando ia à igreja. Talvez não pensasse bem em ficar bonita, mas apenas em ser igual às outras, às velhinhas que ela começara a se tornar. Com 45 anos a aparência era de bem mais. A maquiagem lhe acrescia velhice ao invés de subtrair-lhe e o kit básico com batom e pó para rosto tinha mais tempo de existência do que ela mesma. Com a face carregada, pintada, quase como quem vai para a guerra, ela exalava a fedentina da maquiagem mofada, assim como as outras velhinhas, asseadas mas fedidas, com seus terços envoltos nos braços. Assistia a missa e fingia entender o sermão do padre que arrastava as palavras, balbuciava algo e de claro mesmo só o amém!, mas só o amém era necessário. O que o precedia era tudo de melhor, de positivo e benéfico. Ela tinha certeza. Era a casa de Deus.

Asseava-se numa enorme e velha bacia que fazia de banheira. Acostumara-se a tomar banho assim desde pequena. Morava num sítio com os pais, e enquanto os primos improvisavam um chuveiro erguendo uma garrafa com um funil na boca, ela preferia se esbaldar na bacia, sozinha. A bacia das lavadeiras, das mulheres de fé que lavavam roupa o dia inteiro e cantavam à beira do rio num tom peculiar. Terezinha tinha fixação pela bacia, por ser envolta pelas águas, por batizar-se todos os dias. Um manto sagrado após o outro, uma benção após a outra. Seu coração enchia-se com apenas um sentimento por parecer desconhecer os outros. Ele batia compaixão... a quem?

Um dia ditado pelo sino da igreja, nutrido pelos pães e cerejas de sobremesa, percorrido pelas sapatilhas, vividos como numa ilha, transbordados pela bacia, satânicos pela azia, abençoados pela liturgia, iguais como ela queria.

Foi num dia tão igual aos outros, tão frouxo e imperceptível, tão dopado como o padre tonto pelo sangue de Cristo que Terezinha aguardava para atravessar a rua. O terço colado no peito, o vento passando pelos cabelos estáticos, o braço pressionando com força a bolsa contra o corpo. Terezinha temia um assalto, um pivetinho, trombadinha, moleque, cheirador, desses que andam em grupinhos, e empurram, rasgam, arrancam, devoram sem piedade, derrubam no chão sem piedade. Prevenir é sempre melhor do que remediar.

Sinal verde e suas perninhas peludas partem. Pequenos passos nada pretensiosos. Como gueixa, como queixa de quem esperneia para não andar mais rápido. Teresinha observa as faixas de pedestres e vê nelas a Via Crúcis, ataduras envolvendo um fundo incerto, profundamente negro. Sente uma estranha leveza no ser, como se a alma evaporasse pela boca, mas foram apenas gases. Enquanto o ônibus lotado lhe arrastava através do asfalto mais quente pelo seu sangue novo, ela teve a certeza do pensamento que a acompanhara por toda a vida: Deus não existe.

sábado, 14 de novembro de 2009

O futuro de 1990


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Já que o silicone não é mais novidade nenhuma, nada melhor do que um peito extra.

sábado, 19 de setembro de 2009

Save Ferris!


Falar sobre o clássico Curtindo a Vida Adoidado, 23 anos depois do seu lançamento e com a morte recente do diretor John Hughes, não é só um simples texto, mas também uma tentativa de homenagem.

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Muitas são as pessoas que, ao se depararem com alguma das cenas do filme passando na Sessão da Tarde ou seja lá onde for, simplesmente param o que estão fazendo para dar uma espiadinha e matar a saudade.

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Quem não associa imediatamente a música Oh Yeah do Yello a Ferris, Cameron e a Ferrari do pai deste? Ferris e sua história de uma dia estão intimamente ligados ao imaginário popular. Quem viveu os anos 80 confirma isso sem pestanejar. Eu nasci no finalzinho dessa década, mais precisamente em 1988, e sei que os frutos do filme continuaram brotando pelos anos seguintes, e assim vai ser por muito tempo.

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O filme continua sendo um dos meus favoritos, ótimo para uma levantada no ânimo. Depois de sessões seguidas de longas paranoicos e insanos, Ferris Bueller's Day off é recomendado. Já o assisti inúmeras vezes, muito pelo sentimento de nostalgia que nos é passado a cada exibição, mas muito também porque os personagens parecem ter vida própria, tirar um dia de folga milhares de vezes nessas mais de duas décadas.

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A história parte de uma premissa simples: um jovem sufocado pelos dias no colégio, a fim de tirar um dia de folga com sua namorada e seu melhor amigo. E aí, por trás desse enredo descomplicado, surge uma série de personagens bem construídos, de situações hilárias, de músicas inesquecíveis. Talvez o maior mérito do filme seja construir tão bem essa estrutura a ponto de nos convidar para curtir a vida com Ferris. Essa imersão começa quando Bueller fala diretamente com a câmera e, nesse mesmo tom, ele sintetiza o filme com: "A vida passa muito depressa. Se não pararmos para curti-la, ela escapa por nossas mãos".

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Os pais sempre ocupados com o trabalho, uma irmã ranzinza, um melhor amigo depressivo, uma namorada que todos queriam igual, um diretor implacável (ou que pelo menos tenta ser), e uma Ferrari que não é Ferrari já que o modelo utilizado no filme é o de um carro semelhante devido aos custos de locação. Convivendo com esses tipos, Ferris parece o mais normal, relaxado e até inconsequente de todos. Não importa se a Ferrari do pai do Cameron pode bater, se sua namorada vai parecer estar dando uns amassos no avô, se todo mundo no colégio pensa que você necessita urgentemente de um transplante de rim. Nada disso importa. Esse é o último ano de colégio.

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Curtindo a Vida Adoidado vai crescendo, crescendo, até que explode com um Ferris amalucado dublando Twist and Shout na versão dos Beatles em meio a um desfile em Chicago. As pessoas apinham a tela, dançando em toda e qualquer direção, e até um grupo que só sabe a coreografia de Thriller do Michael Jackson, cai bem na cena.

Acho que muitas das comédias hoje em dia que apelam para o besteirol e para o açúcar, no caso das comédias românticas, poderiam aprender com Ferris e sua turma.

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Apesar da aparente simplicidade e até mesmo do clichê que acaba fazendo as pessoas se identificarem mais ainda com o filme - qual estudante nunca armou algo para faltar no colégio? -, tudo é bem tecido, bem detalhado, contando não só com a pura comédia, mas se estruturando com toques de drama, como por exemplo quando Cameron dialoga com Sloane sobre a incerteza do futuro; também com o romance de Ferris e Sloane; a aventura de fugir do temido Ed Rooney, e a própria magia que o filme adquiriu com o tempo.

Para encerrar, nada melhor do que save Ferris!

domingo, 6 de setembro de 2009

Anacañasanas


Esses dias recebi da Rolling Stone um CD da Ana Cañas, o Hein?. Conheço superficialmente, assisto vez ou outra um dos seus clipes que passa na TV e ainda não escutei o disco.

Ana é uma graça de menina, bonita mesmo, e parece que cheia de energia.

O que me chamou a atenção foi o capricho do kit. Creio que seja só para a imprensa, mas mesmo assim, em plena crise da indústria fonográfica convencional, é de se admirar tentar fazer um produto que se sobressaia dos demais e cause uma boa impressão em quem for.

Além do CD (que vem com livreto das letras das músicas), tem um bloco de notas para se usar como quiser, mais um vídeo release pra imprensa, isso tudo amarrado por um fio verde com uma orelha de borracha pendurada, como uma menção à pergunta que se pede resposta ao pé do ouvido: hein?

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Originalidade!

sábado, 5 de setembro de 2009

HQ espírita


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Parece que as páginas se movem sozinhas...


quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Machete é manchete!


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Silvia Machete é cantora e compositora, além de artista performática. Sua beleza se constitui através de um conjunto: ela é engraçada, sensual, inteligente e sabe o que quer.

Além de fazer a dieta da banana:


quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Ploc?


Quando a gente acha que já inventaram de tudo, sempre aparece um gadget a mais pra faturar algum dinheiro e tentar emplacar uma nova mania.

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O Ploc-ploc é a versão brasileira de um chaveirinho inventado no Japão que simula o plástico bolha, mania de tanta gente, principalmente de quem entra na fase idosa.

Confesso que até gosto de estourar um pouco, mas lembrei mesmo foi da minha mãe. Ela não perde tempo, é só o carteiro fazer a entrega de algo envolto no plástico bolha que ela já começa a estourar. Irrita ouvir.

Existe até uma comunidade no orkut com quase 600.000 membros (clique aqui) que reune os adoradores do plástico bolha.

É bem capaz da ala conservadora se rebelar contra o fato do plástico bolha original andar perdendo adeptos para o artificial.


sábado, 22 de agosto de 2009

Divino do Rock


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Serguei diz ser pansexual.

Esse cachorrinho tá assustado que é uma beleza, né não?

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Sonho com...


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Eva Green, arrasadora em Os Sonhadores (The Dreamers).

Os seios dela à mostra, presente em várias cenas do filme, parecem dois pêssegos maduros cheios de viço.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

O Começo


Quando foi a primeira vez que você escutou música? Quando foi que nós, pela primeira vez, escutamos um som musicado? Na barriga da mãe? Não, não. Na barriga da mãe a única música possível é o chacoalho do líquido amniótico. É impossível determinar e ilustrar o exato e primeiro momento que nossos tímpanos recém-chegados ao mundo escutaram melodia. Foi apagado, deletado de nossa memória, ou pelo menos só vive em nosso subconsciente, e, dependendo da música, quem sabe nossos traumas não vêm daí? Não, não vêm. Exagero.


Buscando o primeiro registro musical da minha vida, retorno a músicas que me marcaram bastante, justamente por serem o primeiro contato indelével que tive com o universo musical e, a partir daí, fui começando a entender o que se passava e trabalhar meu senso crítico para separar o bom do ruim, o clássico do duvidoso.

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Não fiz parte da geração MTV. Não tinha TV a cabo e não cresci entre essa linguagem rápida, pop e, às vezes, superficial. Cresci tendo contato esporádico com o que tocava, com o que fazia sucesso na década de noventa, com o que reverberava em meus ouvidos, fruto do gosto dos outros.

Lembro bem, ainda com uns cinco anos de idade, de minha mãe escutando "Cálice" de Chico Buarque e Gilberto Gil, "Paralelas" de Belchior e "Borbulhas de Amor" de Fagner.

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Até então, música para mim estava ligada ao rádio, ao aparelho de som. Aquela caixinha era a casa das músicas e dos intérpretes. Não durou muito essa ideia quando eu assisti pela primeira vez a um videoclipe. Foi por acaso, e era estranhíssimo, porque os vídeos musicais se apresentavam durante o espaço reservado ao horário político na Rede Globo. Enquanto os outros canais exibiam os candidatos eleitorais e suas promessas, a emissora do Sr. Roberto Marinho apresentava clipes já antigos.

Primeiro vinha um tela preta de alguns segundos, depois uma mistureba alucinada. Tinha "YMCA" do Village People, "It's Raining Man" das Weather Girls, "Eye Of The Tiger" do Survivor, "Billie Jean" do Michael Jackson e uma música horrenda cantada em inglês pelo Fábio Júnior e uma Loura que eu não me lembro quem é.

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É verdade que eu adorava o Tantantan, de "Eye of The Tiger", tema de Rocky. Já dava vontade de armar os punhos e sair boxeando. Adorava também o vídeo de "Billie Jean", principalmente na cena do chão se iluminando a cada passo. Em "It's Raining Man" a sensação que predominava era o de estranheza. O que faziam duas gordas com guarda-chuvas na mão, saltando por uma janela e apreciando uma chuva de homens mal recortados na edição do vídeo? Depoisss eu entendi a letra.

A TV Cultura, boa TV Cultura, também exibia alguns clipes durante sua programação pra tapar buracos, entre eles, alguns que eu não me cansava de ver como "Qualquer Bobagem", originalmente dos Mutantes, mas aqui na versão do Pato Fu e a também "Primavera", dos Los Hermanos.

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Nessa época, as mídias que circulavam pela minha mão eram CDs, a maioria cópias, e as velhas fitinhas K7, que também eram vendidas em camelôs ou lojinhas de disco que acabavam faturando mais com os piratas mesmo. E numa fitinha K7 preta, eu gravava a maioria das músicas que fazia sucesso e rolava pelas rádios locais, mas a que sempre permanecia era "Sobre O Tempo", do Pato Fu. E, sobre o tempo, engraçado como vamos amadurecendo, atravessando as fases da vida, ficando com o ouvido mais crítico, mas também guardando um pouco de cada coisa.

Das músicas relatadas neste post, muitas ainda tem lugar na minha playlist.


sábado, 1 de agosto de 2009

KT Cat


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A cantora Kate Tunstall tem uma beleza difícil de se encontrar por aí. Nasceu na Escócia e tem ascendência chinesa e irlandesa. Foi uma mistura que deu muito certo, e o resultado se vê na belezinha que ela é.

Tokyo Gore Porquice


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O samurai-policial de Tokyo Gore Police e seu pênis-mutante-que-atira em ação.

Mais um daqueles filmes japoneses onde a única graça é esperar pela próxima situação bizarra.